Os cuidados, segundo se informa, agora foram redobrados para se evitar um estrago maior, inclusive com diretor pedindo que seja avisado na possibilidade de novas sondagens. O fato da maioria não ter contrato, trabalhar com carteira assinada ou sob pagamento de cachê, facilitou a concorrência. Alguns ganhavam pouco e sempre acabavam marginalizados nos principais eventos. Os casos do narrador João Guilherme e do repórter Vitorino Chermont são exemplares.
Não bastasse isso, perder a Libertadores foi outro duro golpe que ainda não foi assimilado. A Copa do Brasil está longe de despertar o mesmo interesse. Um panorama completamente diferente do que existia, mas que é positivo para o mercado. A toda essa ação o que se espera é uma reação à altura do SporTV.
Via (Flávio Ricco)