Nem mesmo o mico em “As Panteras” - não teve direito a falas – o abalou. Santoro continuou investindo, tanto aqui como lá fora, e foi recompensado. Passou a ser nome internacional. Hoje, não precisa tanto da televisão. Até faz, mas apenas séries e programas especiais que possam ser resolvidos em pouco tempo de gravações. Pelas mesmas razões, Wagner Moura, após “Paraíso Tropical”, virou as costas para novelas e desde então não para de fazer cinema. O seu próximo passo, inclusive, será em Hollywood, como vilão no futurista “Elysium”.